11 nov

… por telepatia …

Ou quase isso.

10 nov

É claro que certas feridas ainda podem doer mesmo depois de cicatrizadas. Mas também é claro que essa dor alguma hora passa. For good.

Então tento não me preocupar com essa dorzinha… incômoda dorzinha. Vou esperar que ela passe, porque posso não ter tanta experiência de vida, mas com certeza já aprendi que A frase da vida é isso também passará, no matter what. Não importa o que, não importa como. Uma hora passa, seja alegria seja tristeza.

Certas coisas a gente não escolhe. Sentimentos são simplesmente impostos a nós pelo coração. Mas acredito que a gente pode escolher o que fazer com eles. Escolher quais deles serão cultivados e quais serão deixados à mingua para que morram.

E eu já escolhi.

Escolhi ser feliz. Escolhi eu.

E, quero crer, essa é a melhor escolha que já fiz na vida.

Imagino que agora é me manter firme nessa escolha e aí os frutos virão.Mas é claro, também, que essa é a parte mais difícil.

Enquanto isso segue a batalha pela formatura! Sei que pra muitos, senão a maioria, a tal da monografia (ou TCC) é simplesmente uma tortura. Mas a verdade é que, no meu caso, a monografia é a única coisa que ainda me empolga no curso (oi, sou um ET.). Não é que eu não goste de Direito. Gosto sim… mas a verdade (que todo mundo sabe, eu acho) é que quando entrei na faculdade, na minha doce inocência adolescente (pff…), eu imaginava que estava entrando pra uma espécie de “exército” do bem. Que encontraria váaarias outras pessoas em busca de melhorar o mundo um dia e uma pessoa de cada vez. Tá… eu não era tão inocente assim. Mas, sinceramente, pensei que alguma parte disso aí fosse verdadeiro. 4 anos depois é óbvio que a minha cabeça mudou. Muito. Me pego desejando um cargo público: ganhar muito, trabalhar pouco, escravizar estagiários (eu sei, redundância). É fácil culpar meu pai, dizer que ele me influenciou a estar onde estou hoje. O que não deixa de ser uma meia verdade. Mas só meia. E aí que a minha monografia acaba sendo o único lugar onde posso expressar essa minha vontade de mudar o mundo… essa “inocência adolescente” ainda não morreu!

 

7 nov

(…) Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo… (…) Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo… (…) A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. (…) Os homens esqueceram a verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. (…)”

“O Pequeno Príncipe” – Antoine de Saint-Exùpery



7 nov

Há tanto que não falava sobre certos assuntos… certas coisas que foram guardadas, escondidas em caixas empoeiradas, juntando tralha.

E agora simplesmente eu quis te contar essas coisas. Que julguei não terem mais importância, mas que na verdade são assuntos tão mal resolvidos! Agora vejo isso.

Apesar de doer falar nisso de novo ao mesmo tempo fico tão feliz por já haver essa cumplicidade. Não é forçado. Somos tão espontâneos que mal posso acreditar que seja verdade.

Estou consciente dos seus defeitos. Consciente que talvez isso tudo seja apenas um sonho bom, com prazo de validade. Mas, até lá, vou viver. Apenas isso. Porque também estou plenamente consciente das suas qualidades. Do quanto isso me faz bem. E já é hora de buscar felicidade.

Em cada pequena coisa eu posso perceber a beleza do que estamos construindo. Posso ver e sentir como combinamos. E nos fazemos bem.

Só posso pensar em agradecer… ter alguém como companhia no caminho, mesmo que apenas parte dele, é uma dádiva a ser celebrada.

Durante os tropeços e as quedas não podia perceber o quanto aquilo me amadurecia. Sempre soube que as coisas acontecem por alguma razão e que de toda experiência pode-se tirar algum aprendizado.

Então cada tombo que levei, cada lágrima que derramei me fez ser a pessoa que sou hoje. Madura o suficiente pra aproveitar do jeito certo esse momento da minha vida.

Estou feliz.

27 out

E aí ela achou alguém pra ser feliz com ela.

Não é um príncipe encantado, cheio de palavras bonitas. É melhor que isso. Porque é alguém de verdade, que diz verdades. E essas verdades são mais bonitas que qualquer discurso ensaiado para conquista-la.

Sinceridade é a melhor coisa já experimentada por ela.

Espontaneidade, liberdade… tantos sentimentos bonitos para definir esse começo!

O começo de algo bom. Dá pra sentir!

17 out

Se minha inspiração pra escrever qualquer coisa aqui vem de momentos não tão legais, então parece que vou sumir por um tempo.

 

😉

14 out

living is easy with eyes closed