Arquivo | agosto, 2010
31 ago

Mas chega uma hora em que a bravura não é suficiente. Um não quer, dois não faz… verdade incontestável! Já está fora do meu alcance, fora das minhas possibilidades… infelizmente. Não pense que é fácil admitir que é impossível… porque não é! Dói demais… mas, com o tempo eu criei uma espécie de instinto de auto-preservação. É esse sentimento que eu estou procurando exercer agora. Preciso escapar pra não me machucar mais. Ainda mais. E é isso que vou fazer. Não sem uma esperança lá no fundo admito… mas uma hora até isso passa. Eu sei que passa… graças a Deus eu sei bem disso. Um dia simplesmente não vai significar mais o que significa agora.

Eu sei bem o quanto eu fantasiei… Posso mentir pra todos, menos pra mim mesma… Mas eu também sei o quanto disso é verdadeiro. O suficiente pra me fazer pensar o dia todo… ter tantos sonhos seguidos… sentir esse desejo…

Quantas manhãs eu acordei decepcionada por ser só um sonho?

Quantas vezes eu já senti essa angústia por não ter?

Talvez eu seja só uma menina mimada. E você seja meu mais novo sonho de consumo.

Talvez esse sentimento tenha mais verdade do que estou creditando a ele.



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17 ago

Sério?! Fulaninha 1 e Fulaninha 2?? Quanta criatividade…

É triste descobrir o quanto a gente pode se enganar a respeito de alguém. Quando eu já pensava que não haveria forma de sentir menos respeito por você, você simplesmente consegue elevar isso a um novo nível… ou melhor, rebaixar a um novo nível. Decepção não mata… e, nesse caso, nem dói. A única coisa que dói é o que fica entalado… porque, mesmo que eu pudesse te dizer tudo o que eu penso a seu respeitoagora… bem… você e sua mente tão pequena não seria capaz de acompanhar o raciocínio. Uma criança grande não é uma boa descrição sua. Crianças são divertidas e espertas. Você tá tão longe disso…

Quem sabe um dia eu tenha a chance de lhe dizer o que penso?

Mas por enquanto creio que simplesmente não ter que olhar na sua cara seja mais agradável… a menos que você seja o próximo palhaço na mesa. Entrego o meu cargo.

15 ago

De alguma forma se sentia melhor. De repente seu coração estava leve… como nunca esteve… ou pelo menos há tanto tempo que já sequer se lembrava de como era sensação. Não estava feliz ou tampouco triste… apenas em paz. Serenidade é a palavra. E agora ela está bem… não quer mais agitação. Ela sabia que em algum momento ia aprender a apreciar a própria companhia. Não imaginou que demoraria tanto… mas aí está. Enfim.

Não importa o que os outros digam. Ninguém pode entender melhor o que se passa dentro dela do que ela mesma. Finalmente consegue enxergar isso.

Ninguém a conhece melhor que ela mesma. Ninguém pode entender melhor seus sentimentos.

Amadurecer não é fácil. Há tantos tropeços no caminho! Tantas infantilidades pelo caminho… Mas aos poucos acontece. E, de repente, torna-se visível.

Ainda não é uma adulta. Ah não! Está tão longe disso! Os dígitos da sua idade ainda dizem muito pouco. Mas foi adulta quando mais precisou. Mas… agora, na maior parte do tempo é uma adolescente… adolescência tardia, é verdade… mas já era hora de ser simplesmente isso. Agora é melhor que nunca… ela se esforça pra pensar assim e afastar qualquer sentimento de culpa absurdo.

Aos poucos está aprendendo a achar graça do que antes lhe deixava tão mal.

Enfim… pode ser só a TPM que, ainda, não chegou.




14 ago

Primeiro porre aos 21.

E a doce ironia também na vida dos outros.

êta noite boa… pena que o chão não parava no meu pé!

12 ago

Aparelho fixo aos 21.

Quando eu digo que o destino brinca com a minha cara.

E rola de rir.

Ninguem acredita, neh?

8 ago

Claro que acho que é um teste… um teste com a minha paciência! Só pode.

Com os últimos acontecimentos nessa minha vida novela mexicana feelings minha crença em livre-arbítrio está cada vez mais abalada. Sério? Livre-arbítrio? HA-HA-HA. ¬¬

Nos últimos tempos tenho me sentido uma marionete na mão de uma criança sádica. Como explicar?

E as pequenas ironias de cada dia que o destino cisma de colocar no meu caminho?

Pequenas coisinhas que… de verdade? Já cheguei num ponto que estou rindo delas. Que mais posso fazer? Chorar é inútil… tempo perdido. Ok. De vez em quando até rola sentar no chão e dar aquela choradinha. Mas desabafo e fim. Limpa as lágrimas, assoa o nariz e segue em frente.

Ou, pelo menos, tento.

No final das contas há um consolo… não dá pra piorar.

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Dá?!