Arquivo | abril, 2009

Change

30 abr

E fiz a tal da queratinização…

Ainda não sei no que vai dar, porque tenho que ficar de chapinha até amanhã…*seja o que Deus quiser!*

Essa é a primeira vez que eu faço alguma coisa com mais cara de “efeito duradouro” no meu cabelo. Eu sou meio careta nesse sentido. Ou talvez medrosa seja a palavra certa mesmo. Enfim… além de chapinha de 3 dias, hidratação comum… é acho que só isso… nunca fiz nada… então acho que dá pra entender a minha tensão+medo pra ver o resultado, neh?

E nem me venham com essa história de que “cabelo cresce” porque comigo nem cola… eu sou dramática mesmo. Cresce mas demora, ta? humpf…

Aliás, eu tô me achando muito ousadinha pros meus padrões normais. Ultimamente to arriscando mais nas roupas, nas unhas… e agora até no cabelo que, com certeza, tratava-se de um tabu pra mim… rsrsr o.O

Tô sentindo que tá rolando uma mudança gradativa em mim, sabe? Em relação a tudo. Primeiro na minha atitude quanto à minha vida e agora está se refletindo do lado de fora.

Sinceramente? Tô conseguindo colar esses caquinhos com êxito!

😉

PS: Amanhã eu volto pra contar do resultado. 🙂

28 abr

Então já posso declarar oficialmente que este foi o mês mais sem inspiração ever, neh?

Tá declarado.

¬¬

Top 5

21 abr

5 coisas que me animam no dia a dia:

1. Cabelo colaborando.

2. Educação.

3. Coisas interessantes pra fazer no trabalho.

4. Elogios sinceros.

5. Chocolate!

5 coisas que me desanimam no dia a dia:

1. Unha quebrada.

2. Falta do que fazer.

3. Mau humor alheio.

4. Gente metida.

5. Noite mal dormida.

21 abr

Feriado boring esse, viu?

Até agora 3 dias em casa sozinha… sorte que amanhã tem “dia das meninas” na casa de uma amiga.

Nada melhor do que um monte de amigas, um karaokê, brigadeiro e muita fofoca pra dar uma levantada no ânimo! 🙂

Aliás, tô numa vibe mulherzinha…

Quarta feira vai ser meu dia da beleza: unha, sobrancelha, depilação e, até o final da semana, queratinização… vamo vê se vale a pena…

😉

Realista

19 abr

“A fim de ganhar créditos extras, a Sra. Snyder nos fez participar de todas as peças teatrais. Sal Scafarillo era Romeu. E, como o destino assim quis, eu era a Julieta… A maioria das meninas ficaram verde de inveja. E eu nem aí. Eu falei pra Sra. Snyder que a Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter… Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro… que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia.

[…]

Talvez Romeu e Juliete estivessem destinado a ficarem juntos, mas só um pouquinho, e então o tempo deles passou. Se eles soubesse disso antes, talvez tudo tivesse terminado bem. Eu falei pra Sra. Snyder que quando eu crescesse, eu controlaria meu próprio destino. Eu não ia deixar nenhum cara me arrastar com ele. A Sra. Snyder então me disse que eu seria uma sortuda se eu tivesse esse tipo de paixão com alguém e que, se eu tivesse, a gente ficaria junto pra sempre. E até hoje, eu acredito que na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz… na maior parte do tempo. E às vezes, apesar de todas suas melhores escolhas e intenções… o destino vence de qualquer forma.”

Meredith Grey – Grey’s Anatomy – Episódio 8, 2ª Temporada.

guerra

19 abr

Queria nunca ter que me envolver nesses assuntos desagradáveis de pai versus mãe. Principalmente quando essa briga é na Justiça.

Durante muito tempo depois da separação eu e minha irmã nos víamos numa situação extremamente injusta pra crianças de apenas 8 e 9 anos: tomar partido, escolher um lado. Escolher de quem você gosta mais: papai ou mamãe.

Isso não pode dar bons resultados na cabeça de quem quer que seja. Quando se tem apenas um dígito na idade a única coisa em que você quer pensar é brincar com os amiguinhos, ir pra escola, ver desenhos, andar de bicicleta. Não existe nenhuma pessoa nesse mundo que esteja completamente preparada pra enfrentar as coisas que eu e minha irmã enfrentamos quando da separação dos meus pais. E sei que, infelizmente, muitas crianças passam por coisas parecidas e até piores… muito piores… mas não acho que isso amenize o que tivemos de enfrentar.

Ver seus pais gritando sem qualquer motivo aparente (pelo menos não um que você saiba ou possa entender), quebrando coisas pela casa… se ameaçando… tentando te colocar contra um e contra outro. Seus próprios pais!

De repente seu pai não mora mais em casa… de repente é sua mãe que tem uma casa diferente.

E os gritos, as brigas nunca nunca param. E quando eles se recusam a sequer gritar um com o outro, fazem isso através de você!

Foi difícil… fiz o melhor que uma criança daquela idade poderia fazer pra passar por tudo aquilo com sanidade e ainda proteger minha irmãzinha…

Não digo que sou uma pessoa traumatizada. Na verdade, eu me considero bem normal. Talvez com algumas sequelas, é verdade, mas qual acontecimento que não deixa marcas, não é?

Mas depois de um tempo, quando a adolescência chegou eu vi que não podia continuar no meio do fogo cruzado e resolvi me proteger de vez dessa maluquice. Disse a ambos que eles nunca mais poderiam colocar-nos entre eles. Que deveriam resolver seus problemas eles mesmos… da maneira deles. Mas que nos deixassem fora.

E deu certo. Até agora.

Quarta feira eu terei que intervir. Fazer uma coisa a qual me recusei por tanto tempo.

Já falei com ambos. Acho que até eles estão cansados de tudo isso, porque concordaram sem grandes problemas.

Me sinto mal… ainda assim.

Talvez seja uma vontade que ficou guardada por tanto tempo e agora está à flor da pele: ter uma família tradicional.

Pode parecer piegas. Mas eu realmente gostaria de ter tido isso. Imagino que seria tão diferente… não sei se melhor… mas diferente, com certeza.

Provavelmente teríamos problemas. Mas não seriam esses… e eu ficaria de me livrar desses.

19 abr

Sinto que eu tô andando… já saí do buraco… agora só preciso me afastar dele… e procurar não voltar.

Tô me sentindo leve… como há algum tempo não me sentia.

Satisfeita.

Talvez o nome disso seja felicidade…

E dessa vez eu não estou me apoiando em ninguém pra ficar de pé. Apenas sobre os meus próprios joelhos.