Arquivo | fevereiro, 2009

Pacto

27 fev

Fiz um pacto comigo mesma nesse feriado. Talvez tornando-o “público” (entre aspas por motivos óbvios, neh?) fique mais fácil de cumprir.

Percebi que eu tenho um sério problema: carência. Isso é péssimo porque me torna muito dependente emocionalmente das pessoas. E, depois desse meu último relacionamento consideravelmente desastroso, quero aprender, de um jeito ou de outro, a ser feliz sem precisar de ninguém pra isso.  Não que eu queira virar uma anti-social ou fria, sem sentimentos por ninguém. Mas preciso ser mais eu, sabe? Ser mais independente, pra evitar de cair cada vez que houver uma rejeição na minha vida. Não quero que isso aconteça de novo. Já foi bem ruim da última vez… e ainda estou catando pedacinhos do meu coração por aí.

Então, o pacto é o seguinte: nada de relacionamentos sérios (=namoro) até o fim da faculdade. Ou seja, sem namoro nos próximos 3 anos. Eu sei que parece um pouco drástico demais, mas acho que assim eu talvez me conheça melhor, amadureça.

Sabe aquela história de que não se pode amar outra pessoa sem antes amar a si mesmo? Pois é… vou levar isso à serio. E não dá pra amar alguém que eu não conheço. Vou começar agora. Antes tarde que nunca?

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O despertar

26 fev

“O tempo passa. Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.” – Stephenie Meyer em “Lua Nova”

amor, amor…

25 fev

“Vida: É o amor existencial.
Razão: É o amor que pondera.
Estudo: É o amor que analisa.
Ciência: É o amor que investiga.
Filosofia: É o amor que pensa.
Religião: É o amor que busca a Deus.
Verdade: É o amor que eterniza.
Ideal:
É o amor que se eleva.
Fé: É o amor que transcende.
Esperança: É o amor que sonha.
Caridade: É o amor que auxilia.
Fraternidade: É o amor que se expande.
Sacrifício: É o amor que se esforça.
Renúncia: É o amor que depura.
Simpatia: É o amor que sorri.
Trabalho: É o amor que constrói.
Indiferença: É o amor que se esconde.
Desespero: É o amor que se desgoverna.
Paixão: É o amor que se desequilibra.
Ciúme: É o amor que se desvaira.
Orgulho: É o amor que enlouquece.
Sensualismo: É o amor que se envenena.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.”

Francisco Cândido Xavier

25 fev

Ressaca, fígado f***, olheiras enooormes, dores nos pés e nas panturrilhas, uma aventura na bagagem de volta…

Mais feliz impossível.

😉

\o/!

20 fev

Esse último post é a cópia do último recado que ele me deixou no orkut. Há alguns dias. Nas entrelinhas, leia-se: “Eu te perdôo”. Tem que rir, né não?? O bonitão, depois de tudo, ainda se põe na posição de vítima porque eu o xinguei (com x ou ch?) de tudo quanto é nome depois dele me dizer que era “isso mesmo, quero ir solteiro”. Homem é tudo palhaço mesmooo!

E viva a vida de solteira! Livre, leve e solta! E já tô indo… bom carnaval!

 

😉

Sorte. rá!

16 fev

“So q tem algumas coisas q vc me disse q ainda tava pensando… confesso q com muita raiva… mas agora to com um sentimento estranho….nunca tinha me sentido assim…um sentimento de falta e tristeza pelo o q aconteceu…tenho pensado assim …mas o q ta feito ta feito….vamo tenta ficar com as coisas boas q aconteceram entre a gente…Sorte.. bjo”

Melancolia

12 fev

Era pra você estar aqui hoje, e amanhã, e depois e depois… Inevitável pensar isso agora. Inevitável lembrar dos bons momentos… e logo depois as coisas horríveis que dissemos. Só queria poder apagar essas lembranças. Doeria menos. Hoje, e amanhã e pra sempre.

Desculpa. Não deu pra escapar disso hoje. Tristeza. Finita, anyway.