Arquivo | janeiro, 2009
29 jan

*boas vibrações*

melhora logo amoor! saudade demais da sua voz.

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só uma bobagem

28 jan

Tem um mar de palavras dentro de mim. Um mar de palavras que eu gostaria de dizer em voz alta ao invés de escrever. Mas é só o que eu consigo. Nem é um mar de palavras. São só algumas palavras curtas, mas que significam tanto que só sendo eu pra entender.

Durante muito tempo eu senti saudade, escrevi saudade, falei saudade. Desgastou a palavra escrita, falada, sentida. E eu não sentia mais, nem sabia mais como era. Perdeu o significado por muito tempo. Mas eu continuei falando pelo hábito. Escrevendo pelo hábito. Fingindo que sentia. Porque tudo que é conhecido (?) é mais fácil de aceitar e conviver. Fiquei muito tempo assim. Tempo demais de olhos fechados, sem olhar de verdade dentro de mim. E, depois de algum tempo, nem eu sabia o que tinha aqui.

Levei um tapa na cara. De um amigo, creio eu. Porque amigos dão tapas na cara quando necessário. Tapas carinhosos, é verdade. Mas tapas.

Custei a entender o motivo. Quando entendi pensei que resolveria.

Entendi que não havia mais sentimento saudade. Parei de falar e escrever então. Forçadamente no início. Mas com otempo muitas coisas foram ficando evidentes pra mim (é o que acontece quando se abre os olhos) e então já não escrevia nem falava voluntariamente.

Passei um tempo “fechada pra balanço”… acho que não o suficiente, mas acho que, no fundo, todo mundo tem medo de olhar demais pra dentro. Tem coisas que a gente prefere não saber. Tem coisas que eu prefiro não saber… apesar de precisar.

Mas, sabe? Não fechei os olhos, ainda. Só não sou tão narcisista e também vejo o lado de fora.

E agora voltou. Voltou o sentimento, a palavra.

SAUDADE. Assim mesmo, em letras garrafais e negritadas.

E medo. Medo de doer de novo. Medo de estar enganada. Ser precipitada. Metendo os pés pelas mãos.

E amor [[ + medo ]]. Cheio de dúvidas e inseguro. Ou talvez seja só orgulho.

Eu sei que ainda não tinha sentido aquela dor, nenhuma vez.

Tem um mar de palavras dentro de mim. Mas só algumas  eu quero dizer em voz alta. As outras eu quero esquecer, quero ignorar. Não quero pensar nelas, nem sonhar com elas, nem escrevê-las, nem senti-las. Só esquecer.

E ter coragem pra uma hora dessas dizer “eu te amo” outra vez.

28 jan

Nuvens, go away!

Volta Sooool!!!

27 jan

Eu sou do tipo emotiva… Não, eu sou do tipo dramática mesmo. Estilo novela mexicana, sabe como?

Tava assistindo o 14º episódio da 5ª temporada de Grey’s Anatomy agora… e chorei, chorei, chorei… Mas isso é normal… eu choro até com cena triste de novela (eu avisei!). Mas agora eu tô triste. De novo. Tava tentando esquecer… ouvindo música, vendo seriado, estudando (!)… Mas, de qualquer forma, eu volto pra isso. Esse sentimento… que, na verdade, não é bem uma tristeza, é mais uma angústia.

Faz alguns dias que ele terminou comigo. Nesse dia ele terminou comigo 2 vezes! Mas, no fim do dia, a gente ainda estava junto. Eu o convenci (?) a nos dar uma chance. E eu realmente quero isso… uma chance de ser feliz. Com ele. Eu acho.

Mas, nesse dia, ele me disse uma coisa, quer dizer, muitas coisas que não me saem da cabeça… uma em especial: se a gente estivesse perto eu estaria lá do lado dele, naquela festa, naquele fim de semana… e aquela conversa horrível, aquelas lágrimas horríveis não teriam acontecido.

Quando, no fim de tudo, a gente ficou junto, eu achei que nunca mais ia pensar nisso. Pensei que isso ficaria pra trás… que agora eu olharia pra frente, faria planos… tudo estaria normal. Mas não. Aquele dia ficou dentro de mim. E tá me matando por dentro.

Me mata pensar que agora eu poderia estar lá do lado dele, porque ele tá doente, sabe? Tá deitado o dia todo, cheio de remédios e eu poderia estar lá, fazendo companhia, cuidando dele.

Ontem teve uma festa de aniversário pra ele. Eu escutei pelo telefone… os amigos estavam lá. Ele tava feliz. Eu queria estar lá. Quis tanto estar lá ontem.

Ele me disse que sabia que eu não esqueceria do que disse naquele dia. Ele já me conhece. Um pedacinho… mas conhece. O suficiente pra saber que eu sou uma cabeça de vento… mas não esqueço nunca. Nunca nenhuma palavra que ele disser.

E agora eu tô aqui, na frente do computador, com os olhos cheios de lágrimas, gritando pro vazio que eu tô morrendo [morrendo] de saudade. E tá difícil de admitir, com todo esse meu orgulho entornando, que eu já amo. E, a verdade, é que eu queria dizer isso pra ele. Mas ele tá longe demais. Eu tô longe demais. O que me dá tempo pra pensar e dar pra trás. Falta coragem.

Naquele dia, quando você disse que não podíamos mais ficar juntos… tão cheio de certeza… meu coração doeu. Fisicamente. Fisicamente! Isso é possível?? Como, hein? Será que eu já te amo? Tô dando voltas… perdida em mim.

Faltam 18 dias pra te ver. Tô sentindo cada segundo.

Tenho medo dele estar certo, afinal. De uma hora a gente ver que foi uma perda de tempo… que não dá mesmo pra fazer isso. E doer mais ainda. Em nós dois.

Essa história de pular, se arriscar… não sei se consigo. Tenho medo. Tenho medo de não ter nada/ninguém pra me segurar.

Se tivesse um jeito de pôr em palavras essa angústia… e deixar nas palavras. Tirar esse peso de mim.

Faz tempo que eu não sinto… mas ainda sei como chama: saudade.

Só não lembro como é que eu fazia pra conviver com isso.

“é o seu aniversário! vamos festejar, os amigos receber!” rs

26 jan

Parabéns, meu amor! Muita saúde, alegrias e amoor!

Fazer aniversário no comecinho assim do ano deve ter um quê de ano novo… Então que nesse ano novo da sua vida você possa realizar seus sonhos, alcançar suas metas, mas que sempre existam ainda mais, porque é isso que dá sentido pra vida.

Que sua vida se renove. Porque tudo que é novinho em folha é mais gostoso de viver.

Muita saudade.

Vem logooo!

Te adoro.

Top Billboard

23 jan

No dia que eu nasci [24.10.88].

Mamiiis, lembra dessa? rs

22 jan

Acordei pensando em você. A primeira voz que ouvi hoje. Um dia que começa bem. Parece que nasci de novo… parece que o “nós” nasceu de novo. Novinho em folha. Mas não é verdade, já está calejado… e isso é bom. A gente já conhece alguns buracos do caminho e como escapar deles dessa vez.

Tô com tanta saudade. Vão ser as 4 semanas mais longas da vida. Vão parecer 4 vidas.

Não demora, tá? Tem um beijo aqui guardado pra quando você chegar. Um beijo de renascimento.

Feliz. Que bom, neh?